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Fazer apps dá dinheiro mesmo?



A consultoria Developer Economics analisou a rentabilidade e os tipos de apps presentes no mercado mobile perguntando a 10 mil desenvolvedores de iOS e Android. É uma das pesquisas mais interessantes que já li sobre o tema e interessa a todos que trabalham com TI, pois não somente dá dicas, mas também bota os pés no chão de quem acha que vai ficar bilionário até o fim do ano com um produto que nem está pronto ainda.

Abaixo os dados que mais me chamaram atenção e meu comentário ao lado:

- Somente 2% dos apps faturam 100 mil dólares por mês. Achei este número espetacular. Em que profissão ou setor, isso acontece? Nem 2% dos jogadores de futebol ou políticos faturam isso.
- 50% faturam menos de 500 dólares mensais. Este valor não paga nem o aluguel médio de um apê em São Paulo, entendeu?
- As empresas que mais faturam lançaram ao menos 11 apps no mercado. Tente, tente, tente, seja persistente!
- A enorme maioria de apps que faturam algo é formada por games. Na dúvida, faça um brinquedo colorido e viciante que começa fácil e vai piorando até irritar o jogador e todos à sua volta.
- 80% dos apps não geram um centavo! Se fôr pra ocupar espaço na nuvem com um produto limitado, saiba que não vai ganhar dinheiro. Teste o conceito antes de começar a programar, o usuário é mais inteligente do que você pensa.
- A Apple Store é a mais lucrativa de tas lojas (mesmo cobrando 30% das Receitas) e 11% de seus apps geram uma Receita superior a 25 mil dólares mensais. No Google Play esse número é de 6%, um pouco mais da metade mesmo tendo mais smartphones nas ruas que a empresa da maçã mordida.
- Aplicativos para empresas estão em alta. A probabilidade de faturar mais de 5 mil dólares mensais com um app funcional corporativo é duas vezes maior do que um app feito para o consumidor final. E a chance é três vezes maior de ultrapassar a barreira dos 25 mil dólares por mês.

Outros dados que achei relevantes:

- 47% dos desenvolvedores para iOS não programam com a linguagem Objective-C
- 42% dos programadores de Android não estão usando Java. 
Isso indica que o pessoal está abusando de ferramentas que ajudam a escrever apps em HTML, CSS ou em Javascript. 

Alguns aspectos desta pesquisa não ficaram muito claros para mim como, por exemplo, quando foi feita, a origem exata das Receitas dos apps (downloads, publicidade, venda de vidas virtuais, comissões sobre venda de arquivos, mensalidades???) e as nacionalidades dos desenvolvedores.  

Entretanto, achei muito útil essa pesquisa, se tiver acesso a outros dados como estes (de fonte confiável) me envia no fred@fredsantoro.com por favor. 

Boas ideias a todos! 

www.fredsantoro.com 

Jefferson Maia é o novo colunista do Portal GSTI


Jefferson Maia é o novo colunista do Portal GSTI

 
Caros amigos do Portal GSTI, 
 

temos o prazer de anunciar mais um colaborador para e equipe do Portal GSTI: O Jefferson Maia. 
Foto de Jefferson Maia - fundador do Eduk.me
Jefferson Maia
 
Jefferson Maia é analista/desenvolvedor de sistemas com mais de 5 anos de experiência profissional. Fundou em 2008 o site de cursos online JC EAD (atual eduk.me ) no qual teve oportunidade de ensinar através de cursos online de desenvolvimento web e marketing digital mais de 16 mil alunos cadastrados.
 
O novo colunista deve contribuir com a divulgação de cursos online gratuitos

Seja bem vindo, Jefferson!

Vagas de TI na Sênior Sistemas


55 Vagas de TI na empresa Sênior Sistemas 

Sênior
Sênior
21/07/2014


Sobre a empresa

A Senior é uma das maiores desenvolvedoras brasileiras de sistemas para gestão. As soluções em softwares, serviços e infraestrutura de TI são direcionadas a clientes de todos os portes e garantem total domínio sobre informações e processos empresariais.

Fundada em 1988 em Blumenau (SC), possui 4 filiais (São Paulo, Rio Grande do Sul, Mato Grosso do Sul e Pernambuco) e cerca de 100 canais de distribuição em todo Brasil, totalizando 3 mil pessoas envolvidas – entre colaboradores, parceiros comerciais e canais de distribuição. Atualmente, mais de 10 mil clientes compõem sua carteira.

Candidatar-se

Para concorrer a uma vaga, acesse basta acessar o link a seguir, escolher a vaga pretendida e registrar seu currículo. 

Outras oportunidades divulgadas recentemente:

Aderir ou não ao Cloud? Eis a questão!


Saiba que o ITIL pode te ajudar a decidir…e a controlar


por Emerson Dorow

Olá Caro leitor!

O assunto cloud (saas, iaas, paas e etc) está na agenda dos executivos de TI ou estará nos próximos anos. É uma realidade. 

A pergunta que não quer calar. O que vamos levar para o cloud e quando? 

Muitas empresas acreditam que levar tudo para o cloud resolve todos os seus problemas, mas ao contrário do que você possa imaginar, seus problemas podem estar só começando. Outras tem “medo” pela questão da segurança ou já tiveram alguns traumas devido a contratos infelizes.
Já vi várias empresas trocarem de provedor de cloud várias vezes, pois os serviços contratados não atendiam as necessidades (e expectativas) da empresa (custo, disponibilidade, SLAs e etc).
A decisão de ir ou não deverá passar por alguns critérios como confiabilidade (disponibilidade), custo, níveis de serviços, entre outros.
Então você pode me perguntar: “Ok Emerson, entendi. Mas como o ITIL pode me ajudar?” Explico.
processo de gestão de portfólio tem o objetivo de catalogar os serviços em produção, em desenvolvimento e novos. Com a contabilização (gestão financeira) de cada serviço do portfólio (licença, hardware, pessoas, fornecedores e etc), é possível comparar os custos atuais com os custos do cloud, e verificar, por exemplo, que em 3 anos você irá reduzir 50% do investimento.
Outro aspecto importante para tomada de decisão é a disponibilidade e os níveis de serviço (SLA) entregues pelo provedor. 

É importante ter pelo menos uma idéia dos níveis de serviços atuais, para saber o que você realmente precisa. Outra pergunta a ser respondida: os usuários irão registrar incidentes e solicitar serviços diretamente ao provedor ou isto ficará centralizado na TI? O processo de gestão de incidentes e requisições talvez precisarão ser revistos. As prioridades (impacto e urgência) precisarão estar alinhadas entre usuários, TI interna e provedor Cloud.
Após verificar que vale a pena levar o serviço para cloud, o ITIL continuará a te ajudar muito. 

O serviço alterado deverá passar pelo processo de gestão de mudanças e liberação. O monitoramento do uso dos recursos ($$), a gestão de demanda e financeira se tornam fundamentais. 

O processo de gestão de demanda do ITIL tem o objetivo de mapear e influenciar a demanda, e a gestão financeira de contabilizar os custos. Num modelo cloud isso significa manter custos a níveis aceitáveis ou reduzir. Este acompanhamento é ainda mais importante num modelo “pay-per-use”.
Será necessário fazer uma gestão do fornecedor, e, além disso, fazer a gestão do conhecimento do relacionamento com o negócio, ambiente, incidentes e etc. O catálogo de serviços de TI deve ser atualizado, com todos os contatos e informações necessárias.
Para finalizar, é preciso buscar a melhoria contínua dos serviços. O bom e velho ciclo PDCA. Problemas acontecem, a grande diferença é como lidamos com eles e o que fazemos para que eles não se repitam.
Como podem ver, os processos e funções do ITIL são de grande valia: antes, durante e depois da tomada de decisão sobre ir para cloud (ou não)

Apesar do cloud ser um caminho sem volta, é importante que a decisão seja tomada racionalmente através de fatos e dados. Desta forma sua vida e de seus usuários ficarão mais tranquilos.
E você? Qual sua opinião sobre o assunto? Deixe seus comentários!

Análise de Pontos de Função: apostila para download


Guia Prático em Análise de Ponto de Função

APF - Análise de Pontos de FUnção
Análise de Pontos de Função
Olá amigos do Portal GSTI!

Neste publicação, divulgamos um material que foi selecionado para preencher uma das lacunas que ainda permaneciam em nossa biblioteca digital: conteúdo para Análise de Pontos de Função

O tema é importantíssimo para quem segue carreira em análise e desenvolvimento de sistemasSe você está nesta área, com certeza irá encontrar - ou já encontrou - em seu caminho uma ou mais oportunidades em que o conhecimento em Análise e Pontos de Função (APF) é necessário para desempenhar suas atividades profissionais. 

Muitos contratos de prestação de serviços em desenvolvimento de software são hoje regidos por métricas de pontos de função. Dito de outra maneira, significa que o cliente paga por cada ponto de função desenvolvido para determinado(s) sistema(s), e isso não acontece apenas no mundo corporativo privado mas também em órgãos públicos, onde é licitado o valor de ponto de função para contratação de prestação de serviços em análise e desenvolvimento de sistemas. 

A seguir, um pouco mais sobre análise de pontos de função, sobre a apostila e o documento disponível para download. Bons estudos!

Sobre Análise de Pontos de Função (APF)

Resumindo o conceito de maneira simplificada, podemos dizer que a  Análise de Pontos de Função (APF) é um método utilizado para mensurar o tamanho de sistemas de software, normalmente aplicado durante a fase de planejamento. 

A técnica é utilizada para que se tenha uma noção do escopo do projeto de desenvolvimento do sistema, da quantidade de trabalho que será necessária para entregar o software, do custo do produto/do projeto, do tempo necessário, entre outras conclusões derivadas do resultado da análise.

A partir das informações do parágrafo anterior, é fácil de concluir que o tema é estudado e aplicado também por profissionais que seguem carreira em gestão de projetos, com foco em sistemas de informação. 

APF foi criada por Allan Albrecht da IBM, quando publicou em outubro de 1979 o trabalho denominado Measuring Application Development Productivity (Medindo a Produtividade no Desenvolvimento de Aplicativos),  //versão traduzida para o português. 

Hoje existe uma certificação profissional para Análise em Pontos de Função, denominada Certificação CFPS.

Sobre a apostila

A apostila a seguir foi elaborada por Jhoney da Silva Lopes durante um projeto sob orientação do professor José Luis Braga.

O documento pode ser traduzido como um tutorial completo para quem deseja estudar análise de pontos de função para começar utilizar a técnica na prática, para aprimorar o próprio método, para concursos públicos ou qualquer outro fim. 

Jhoney faz uma introdução sobre o tema no capítulo 1, ensina as técnicas no capítulo 2 e demonstra as derivações como estimativa de esforço, tempo e custo. 

O Portal GSTI aproveita a oportunidade para parabenizar o autor pelo trabalho e pela iniciativa de divulgá-lo para livre acesso na web. 

Guia Prático em Análise de Ponto de Função (download aqui)

ITIL em pequenas organizações: operação de serviços


Vídeo da Palestra Virtual ministrada via Hangout sobre a adoção dos processos de Operação de Serviços de TI da ITIL em pequenas empresas

Gravação em vídeo do Hangout do dia 16/07/2014  

Amigos do Portal GSTI, 
a seguir, a quarta parte voltada para o tema: ITIL em pequenas organizações.


Nesta palestra, Fernando Palma apresentou os processos de gestão de incidentes, gestão de problemas e gestão de eventos adaptados para organizações pequenas, além da função da Central de Serviços de TI

Sobre o Hangout: ITIL em pequenas empresas - transição de serviços

Na primeira parte desta série, foram abordados processos da Estratégia de Serviços e na segunda, processos de Desenho de serviços de TI. No último encontro, foram trabalhados os processos da Transição de Serviços

Desta vez, foram apresentados os processos da Operação de serviços de TI da biblioteca ITIL, adaptando-os a realidade de pequenas empresas com departamentos de TI limitados

A ideia desta série de hangouts é apresentar passos simples para adoção dos processos, de forma que eles consigam ser visualizados na realidade de quem conta com equipes reduzidas e estruturas de pequeno porte.  

A duração do vídeo a seguir é de aproximadamente 02 hora e 30 minutos.

Os slides utilizados também estão disponíveis, logo após o vídeo. É preciso acessá-lo diretamente pelo slideshare para realizar o download.  

ITIL em pequenas empresas: operação de serviços 17/07/2014

 

Material utilizado durante a palestra (download aqui)

Para ser convidado para Hangouts como este, siga nossa página do Google+