Portal GSTI
Portal GSTI

PublicarCadastre-seLogin
Menu
CURSO

Curso gratuito online de introdução ao IPV6

Sobre o curso
3,75

Trazemos uma indicação do curso gratuito online de introdução ao IPV6 patrocinado pelo NIC.BR. Com o avanço estrondoso da utilização do protocolo IPv4 corre-se o risco do eminente esgotamento de endereços, por isso a criação do protocolo IPv6 possibilitando mais endereços.
  • Data de publicação: 13/12/2016
  • Idioma: Português (Brasil)
  • Plataforma: Youtube

Ementa do Curso

  • Aula 1 - O que é o IPv6

    A Internet tem feito muito bem para todos: deve ser preservada e deve continuar a se desenvolver. Mas praticamente não existem mais endereços livres para conectar mais dispositivos, computadores e pessoas à rede. É preciso mudar, alterar seu coração, o IP, para que ela possa continuar crescendo e evoluindo. A Internet precisa do IPv6. Mas como isso afeta você? Este vídeo, criado em janeiro de 2014, explica o que é IPv6

  • Aula 2 - Como e por que implantar IPv6 na minha empresa

    Atualmente, os computadores e a Internet são importantes para quase todas as empresas. Em um mundo tão dinâmico como o nosso, a tecnologia tornou-se uma ferramenta fundamental de apoio aos negócios. Além disso, nas redes corporativas, as empresas usam também o TCP/IP, o mesmo utilizado na Internet. O IPv6 certamente tem efeitos sobre a área de TI de qualquer empresa. Este é o vídeo: Como e por que implantar o IPv6 na TI da minha empresa?

  • Aula 3 - Como o IPv6 afeta a segurança das redes

    É normal termos medo das mudanças. Faz parte do nosso instinto de sobrevivência. Uma das preocupações mais comuns quando se fala em implantar IPv6 em uma rede é com as questões de segurança. Medo de dar tudo errado e de que a rede, que é tão importante, pare de funcionar, seja invadida, de que informações vitais vazem, etc. O medo foi essencial para o homem das cavernas sobreviver e gerar descendentes: nós. Mas não estamos mais vivendo em cavernas e não podemos deixar que o medo nos impeça de fazer as mudanças necessárias. Saiba quais são os principais pontos de atenção em relação à segurança nas redes IPv6 neste vídeo!

  • Aula 4 - Como e por que implantar IPv6 no meu provedor de acesso

    Todos já sabem que os endereços IPv4 livres acabaram, mas o número de dispositivos na Internet continua aumentando. Como os provedores de acesso podem lidar com essa situação? Este é o vídeo "Como e por que implantar IPv6 no meu provedor de acesso"

  • Aula 5 - A Internet das coisas

    Estamos atualmente vivendo o nascimento de uma nova fase na Internet, a Internet das coisas. Nessa fase, a rede passa a interligar vários tipos de objetos e dispositivos inteligentes, que vão interagir entre si e conosco, tornando nosso dia a dia mais fácil. A Internet e os computadores estão desaparecendo. Estão cada vez mais tão presentes em tudo, que nem reparamos mais neles. Simplesmente esperamos que estejam lá, e os utilizamos sem muito esforço.

  • Aula 6 e 7 - Os endereços IP não são todos iguais

    Os endereços IP são utilizados para identificar todos os dispositivos conectados a Internet. Sua estrutura precisa estar organizada de alguma forma para garantir que essa identificação seja eficiente, permitindo separá-los por funções específicas e apontar em qual localidade determinado endereço está sendo utilizado.

    Há faixas de endereços reservadas para diferentes finalidades. 
    Funcionalmente, os endereços IP podem ser divididos em três tipos: Unicast, Anycast e Multicast. Vamos tentar entendê-los.

  • Aula 8 - Fragmentação de pacotes IPv6 e IPv4, explicada pelo NIC.br

    As muitas redes que formam a Internet podem utilizar diversas tecnologias. Cada tecnologia tem a capacidade de transportar frames de dados com tamanhos máximos diferentes. O tamanho destes pacotes deve adequar-se às limitações do tipo de rede utilizado. Por exemplo, não dá para transportar um pacote de 2000 bytes em uma rede Ethernet, que só suporta 1500 bytes por vez. Essa limitação, o tamanho máximo de dados que podem passar por um trecho da rede, é chamado de MTU, do inglês Maximum Transmission Unit. A fragmentação é o mecanismo que permite dividir um pacote IP em pacotes menores, adequados ao MTU de um determinado segmento de rede. Ao chegarem ao destino os fragmentos são novamente unidos. Assim, a informação completa é obtida. No IPv6 não há fragmentação no caminho, mas apenas na origem, pois utiliza-se o PMTUD - Path MTU Discovery.

  • Aula 9 e 10 - Como fazer um bom plano de endereçamento IP

    Cada dispositivo, em cada rede na Internet, tem um endereço numérico, chamado de IP. Para que tudo funcione bem, é necessário que os IPs sejam distribuídos de forma organizada dentro das redes. Ao fazer um bom planejamento da distribuição dos endereços IP, fica mais fácil implementar boas políticas de segurança e de roteamento. A rede se torna mais escalável e mais fácil de gerenciar. Além de ficar simples rastrear um determinado endereço, quando necessário. Esta é a primeira parte do vídeo "Como fazer um bom plano de endereçamento IP".

    O planejamento é necessário em nosso dia a dia, e também nas redes de computadores e na Internet. Já discutimos em detalhes, na primeira parte deste vídeo, a importância de um bom plano para a distribuição dos endereços IP, e suas propriedades: a unicidade, a documentação, a conservação e a agregação. Veremos agora como distribuir os endereços, na prática.

  • Aula 11 - Problemas e implicações do uso do CGNAT (NAT no provedor) na Internet

    O CGNAT é como um remédio tarja preta, doce e viciante. Pode ser necessário, mas deve ser usado com cuidado e supervisão de especialistas. Atualmente, a Internet passa por uma grande mudança tecnológica, a mudança do IPv4 para o IPv6, mas ela está atrasada. Nesse meio tempo, muitos provedores de acesso à Internet, em particular as grandes operadoras de Telecomunicações, estão começando a compartilhar os IPs versão 4 entre diversos usuários simultâneos. Esta solução, conhecida como CGNAT ou Carrier Grade NAT, é apenas provisória, mas pode gerar problemas. Conheça algumas das implicações do uso da técnica neste vídeo.

  • Aula 12 - Técnicas de Transição IPv6 (Túneis)

    A transição para o IPv6 está atrasada, mas mesmo quando se pensava que ele seria implantado em toda a Internet enquanto ainda havia endereços IPv4 disponíveis, seriam necessárias técnicas de transição auxiliares! Chamaremos aqui essas técnicas de tradicionais e vamos estudá-las na primeira parte deste vídeo. Elas tentam resolver basicamente um problema: interconectar redes IPv6 usando túneis sobre uma rede que é predominantemente IPv4.

  • Aula 13 - Técnicas de Transição IPv6 (NAT444)

    Começaremos a estudar agora novas técnicas de transição, que ajudam a conectar usuários a uma Internet baseada em IPv6, mas oferecendo-lhes ainda conectividade IPv4 ao menos parcial, numa situação em que não temos endereços IPv4 livres para todos. A primeira solução que vem à mente de muitos técnicos é o uso de NAT. Por isso trataremos primeiro justamente da técnica chamada de NAT444, que também é conhecida como CGNAT, ou Carrier Grade NAT, nome genérico que pode ser aplicado também a outras técnicas.

  • Aula 14 - Técnicas de Transição IPv6 (NAT64, DNS64 e 464XLAT)

    Com NAT64 e DNS64 é possível que usuários recebam apenas endereços IPv6 do provedor, mas acessem dispositivos IPv4 na Internet, usando o mecanismo de tradução. Para os softwares no computador do usuário, parece que os sítios e serviços na Internet são todos IPv6. Para o sítio ou serviço na Internet, é como se a conexão se originasse de um usuário IPv4, com IP compartilhado.

    A técnica 464XLAT pode ser considerada, para fins práticos, como um complemento do mecanismo NAT64. A motivação para o seu desenvolvimento foi justamente a limitação apresentada com NAT64 e DNS64 em relação a aplicações que não suportam IPv6. Acrescentando-se uma segunda tradução é possível fornecer aos usuários um IPv4 privado, de forma que mesmo aplicações sem suporte a IPv6 funcionem.

  • Aula 15 - Como e por que ativar o IPv6 em meu site ou serviço na Internet?

    Você cuida de um site ou serviço na Internet? Será que a transição para o IPv6 pode trazer problemas? Como lidar com ela? É o que vamos tentar descobrir: este video explica: "Como e por que ativar o IPv6 em meu site ou serviço na Internet?"

Ver curso
foto de NIC.br
NIC.br
O Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR é uma entidade civil, sem fins lucrativos, que desde dezembro de 2005 implementa as decisões e projetos do Comitê Gestor da Internet no Brasil.

Qual a sua avaliação para este hangout?

foto de


AVALIAÇÕES

foto do perfil Marco Mascarenhas Marco Mascarenhas
foto do perfil Petronilo Padilha Petronilo Padilha