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Fernando Palma

Aumentam riscos para a Segurança Cibernética das Infraestruturas críticas do Setor Energético

Tema é debatido por líderes e especialistas do setor em conferência em São Paulo

Vulnerabilidade das Informações e Segurança da Informação
Segurança Cibernética

Nos últimos anos, o setor de energia tem se tornado foco crítico para ataques cibernéticos, colocando-o hoje entre os cinco segmentos produtivos mais visados no mundo inteiro para este tipo de crime. E o Brasil está longe de ser imune a esta realidade: nosso investimento na realidade de ciberdefesa ainda é muito recente, nos tornando particularmente vulneráveis a ataques cibernéticos, espionagens e ameaça a importantes ativos para nossa segurança energética nacional.

Aqui, mais do que temer hackers independentes, as empresas precisam estar cada vez mais atentas ao ataque de corporações criminosas organizadas e mesmo à invasão de agências de inteligência e defesa internacionais. “O grande problema do ataque cibernético é que nunca se sabe de onde ele vai vir, qual o seu principal objetivo ou alvo e de que recursos os invasores irão dispor para isso”, diz André Laurenti Ramos, diretor executivo da Blue Ocean Business Events. A empresa organiza, de forma inédita no país, a 1ª conferência Cyber Security Brazil –  Energy | Oil & Gas. “O setor energético brasileiro, seja em se tratando de energia elétrica ou de exploração, produção e distribuição de petróleo e gás natural, precisa estar cada vez mais atento e preparado às ameaças de segurança cibernética, em especial pela relevância as atividades que estas empresas prestam para o país”, afirma.

A evolução tecnológica destes setores, cada vez mais informatizados e conectados por sistemas modernos de telecomunicação, acaba trabalhando como uma faca de dois gumes no que se refere à segurança cibernética destas instalações. “Estas inovações, que vem para ajudar e facilitar o dia a dia destas empresas, acabam por outro lado abrindo diversas portas de entrada para invasores, ciberterroristas e espiões. Isso eleva os protocolos de segurança e redundâncias necessárias destas instalações, que seguem rigorosas regras de governança em TI”, continua André. “O Cyber Security Brazil objetiva, exatamente em função disso, discutir de forma executiva o momento atual do segmento e os principais desafios para medidas de segurança cibernética deste mercado, garantindo a segurança das informações, comunicações e patrimônio das infraestruturas críticas do setor energético brasileiro”

A grande dimensão das empresas que atuam na áreatambém tem sido pauta importante para as preocupações dos líderes em Tecnologia da Informação destes empreendimentos. “Aqui, falamos de organizações com estruturas enormes, amplamente hierarquizadas e que tem muitas vezes atuação internacional. Com ações negociadas na bolsa – tanto brasileira como muitas vezes no exterior – estas empresas possuem regras muito mais restritas e exigências amplas no que se refere ao compliance de suas estruturas às melhores práticas de cibersegurança. Além de o tema ser uma demanda essencial para redução dos seus riscos no dia a dia organizacional, temos aí também uma exigência legal por investimentos e proteção de seus ativos, o que torna o Cyber Security Brazil ainda mais atual e relevante para elas”, finaliza.

Serviço

O quê?: Cyber Security Brazil – Energy | Oil & Gas – Conferência de Segurança Cibernética no Setor Energético
Onde e Quando?: 02 e 03 de Março de 2015 | Hotel Golden Tulip Paulista Plaza | São Paulo – SP

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Fernando Palma
Fernando Palma242 Seguidores 582 Publicações Consultor de TI, CEO
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Sou fundador e CEO do Portal GSTI, Consultor, professor e instrutor em Governança de TI e Gestão TI. Graduado em SI, mestrando em administração, Certificado ITIL Expert, ITIL Manager, COBIT, OCEB, ISO 20k, e ISO 27k.

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