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Implantações Big Bang, Faseada, Push e Pull

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Fernando Palma CONTEÚDO EM DESTAQUE

As opções de liberação e implantação

Para realizar implantações de serviços de TI, critérios, procedimentos e cuidados em geral são  (ou deveriam ser) mantidos por departamentos / empresas de TI. Tais medidas são comumente estabelecidas a partir de políticas, diretrizes, normas e modelos que fazem parte do escopo do processo que na Transição de Serviços da #ITIL chamamos de Liberação e Implantação. 

Neste artigo eu descrevo algumas opções de liberação e implantação que podem ser formalizadas dentro de políticas de cada empresa: Big Bang, Faseada, Push e Pull.

Opções Big Bang x Faseada

Big Bang

É uma liberação feita para toda a organização de uma só vez. O serviço novo ou alterado é implantado em todas as áreas de negócio, para todos os usuários em uma única implantação. Devemos portanto ter cautela ao utilizar esta opção, que costuma ser utilizada para modificações com pequeno escopo para quais é extremamente relevante que toda a empresa tenha acesso o mais rápido possível. 

Faseada

O serviço é implantado primeiramente para um determinado grupo de usuários, e vai sendo liberado para outros com o passar de um determinado período acordado no cronograma de implantação, até que esteja disponível para toda a organização. É uma opção comum para implantações de grande escopo, tais como liberação de um novo sistema.

Opções Push (empurrar) x Pull (puxar)

Push (empurrar)

A melhor maneira de explicar este modelo é dando um exemplo: atualização forçada de anti vírus em desktops. Normalmente, atualizações críticas são realizada nos estações de trabalho dos usuários sem que estes precisem solicitá-la. O fato de ser realizado desta maneira caracteriza a opção push.  Qualquer implantação que seja originada pelo departamento de TI sem a necessidade do usuário requisitá-la remete a este modelo de implantação. 

Pull (puxar)

É exatamente o modelo oposto ao Push: a disponibilização de um novo serviço, ou alteração em um serviço existente, é realizada a medida em que os usuários tomam iniciativa. Usando os programas antivírus exemplificado em Push, muitas atualizações ficam disponíveis para o usuário baixar, conforme seu critério. O mesmo acontece para muitas atualizações de aplicativos mantidos nas empresas.

Eu sei que você está pensando: quando optamos por Pull, alguns usuários nunca vão 'puxar' a liberação nova, o que pode resultar em aplicativos eternamente desatualizados nas estações de trabalho. Para conviver com este aspecto, pode ser apropriado especificar um tempo limite para a abordagem 'Pull' que ao ser excedida, uma abordagem ‘Push’ será forçada. Todo vai depender das políticas de liberação e implantação adotadas dentro da empresa.

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